Reformando e polindo post-mix usados

on 24 de julho de 2011



Depois de adquirir inúmeros post-mix usados, sujos e sem condições de uso, resolvi reformá-los pintando e polindo.  Quase sempre a parte interna do post-mix está em boas condições, limpo e sem arranhões.  A parte de fora, no entanto, sofre desgastes e maus tratos: amassados, etiquetas, tinta e riscos.  Posto aqui então um passo-a-passo em como deixar o seu post-mix tinindo e parecendo novo..





  • Lixa d´água (pode ser grão 200 a 600)
  • EPI
  • Furadeira
  • Adaptador para discos de polir
  • Chave de mandril
  • Fita Crepe e spray de tinta
  • Discos de polimento.  Algodão, Jeans e Sisal (ou algo mais abrasivo) 
  • Pedras de polimento.  Pedra azul para disco de algodão, branca para jeans e preta/marrom para sisal.





Primeira coisa a se fazer com o post-mix é dar um bom banho com água, sabão, limpando toda a superfície.  Não se preocupe em retirar os adesivos e marcas de cola do corpo do barril, você fará isso na 1a. etapa de polimento.  Retire as peças (postes, tubo de gás e de cerveja, tampa e poppets), tire as borrachas e jogue-as fora (a maioria está trincada/ressecada e com cheiro de refrigerante ou pior), dê uma boa esfregada com sabão e depois coloque em imersão de água e sabão ou vanish branco (percarbonato de sódio) ou soda cáustica quente.  Se a superfície interna do post-mix estiver suja, pode-se fazer o mesmo para limpar.  Mas eu geralmente deixo essa etapa por último, depois que eu tiver reformado o post-mix.

Depois use uma lixa d´água (pode ser qualquer uma desde grão 200 até 1200.  Eu prefiro as mais grossas (ie, 200) ) apenas nas borracha dos post-mix.  Isso para retirar alguns resquícios de outras tintas da borracha e também para alisar a superfície da borracha.  A maioria dos post-mix tem a borracha preta, e você irá notar que uma solução de tinta preta sairá no lixamento.  Sem problemas:  termine de lixar toda a borracha e depois enxague para tirar esse excesso de tinta preta.  Isso fará com que a borracha fique limpa e lisa, pronta para receber a camada de tinta com boa aderência.

Falemos agora sobre o polimento..









É um processo feito em etapas que não podem ser "puladas".  Muitas pessoas não entendem isso e acabam não tendo o acabamento desejado.  Começa-se com um grão mais abrasivo e caminha-se para o polimento mais refinado. O quão abrasivo vai depender de quão fundo são os riscos no metal.  Antes de mais nada, o desenho a seguir deve explicar bem esse processo.

A parte cinza representa a superfície do seu projeto em nível microscópico.  A parte da esquerda representa a condição original do metal, amassado, riscado e com adesivos, etc.. A parte da direita mostra o resultado da ação dos discos depois de um tempo razoável de polimento.

Se você começar direto na etapa de acabamento, vai retirar apenas os picos na superfície, mas vai retirar apenas uma pequena camada de metal. Algumas áreas ficarão lisas, e portanto bem brilhantes. Porém existem muitos riscos profundos sobrando.  Ficará bonito de longe, mas não como aquela peça de exposição.
A segunda linha mostra o que um disco médio (jeans por exemplo) faria na superfície.  Removeria bem mais material indo até em alguns riscos mais fundos.  Você terá um resultado mais consistente, mas não é exatamente liso.  O resultado pode ser descrito como limpo e regular ao toque, mas com distorções na imagem e não brilhante.
A última linha mostra o que aconteceria se você fosse para o disco mais abrasivo, como sisal por exemplo.  Em superfícies bem judiadas, ele faz o trabalho mais rápido e mais efetivo em "apagar" os riscos mais fundos. O ponto negativo desse material é que o seu resultado é uma superfície relativamente rugosa/não acabada.  Caso você use um disco muito abrasivo, vai até achar que fez besteira em ter escolhido esse passo, pois o resultado pode ser até menos brilhante que o inicial do seu post-mix.  Não se  preocupe.

Agora que você entendeu o que cada passo faria ao seu barril se fossem usados diretamente, falaremos do processo como um todo, em várias etapas.  Usando o desenho abaixo, você pode entender como a superfície terá de ficar pior para que fique melhor.  Começa-se com o grão mais agressivo/abrasivo de modo a retirar os riscos mais profundos.  Se existirem apenas alguns riscos fortes e isolados, vá em frente e trabalhe apenas neles. No meu caso, eu acabei usando esse primeiro disco em toda a superfície para tirar além dos riscos, alguns adesivos e sujeiras impregnadas no metal.  Aplique um pouco da pedra no seu disco com a furadeira ligada e fazendo pressão sobre a mesma.  Aplique então esse disco no barril.


Em seguida, use o disco jeans em toda a superfície, sempre trabalhando em seções.  Se você notar algum risco mais difícil de retirar (e vai notar muito melhor depois que passar o disco por cima da superfície mais rugosa), marque esse risco com um lápis para depois voltar com o disco mais abrasivo para "limpá-lo".



A foto à esquerda mostra esse primeiro polimento e como fica essa parcial.  Dá pra se notar que ele gera uma série de novos riscos e marcas do disco, mas é a natureza do processo.  A passagem seguinte do disco mais refinado vai remover esses riscos que você acabou de criar, dando o acabamento no metal e o tão sonhado efeito espelho.  Após então esse segundo passo, passe para o disco de algodão e a pedra azul para fazer esse acabamento e aplique bastante da pedra nessa etapa.  Também é interessante nesse disco tirar um pouco a mão, pois apenas o efeito de leve pressão já é o suficiente para o polimento.  Pronto, você já terminou a parte do polimento!!




  • Use EPI (óculos protetores) e protetor de ouvido.  Ficar com a furadeira ligada por 2 horas é irritante.  
  • Trabalhe em superfície organizada e na altura ideal.  Como esse é um trabalho demorado, você pode acabar ficando com dores nas costas de ficar inclinado com o barril no chão.  Ache uma mesa baixa para apoiar o post-mix e algum apoiador para ele não escorregar durante o polimento.
  • Vá com calma.  Esse é um trabalho demorado e tedioso.  Os melhores resultados ocorrerão com paciência e sem pular etapas.
  • Trabalhe em pequenas áreas/seções e sistematicamente.  Eu gosto de trabalhar em seções verticais e da direita para a esquerda (pois a rotação da furadeira joga os detritos para a direita).  Assim você saberá onde já poliu e dá pra ver a diferença entre as áreas trabalhadas.
  • Para um post-mix de 10L, eu demorei algo em torno de 20 minutos por disco.  Se o post-mix for de 19L, o dobro do tempo será necessário.  Faça pausas entre os discos para que o rendimento não caia.
  • Os discos devem ser usados perpendicularmente em relação à superfície.  Caso você trabalhe em ângulo, eles irão se desgastar mais rápido.
  • Aplique pressão de modo que a rotação caia para a metade.  Chega até a doer a munheca, mas com maior pressão você terá resultados melhores.




Essa é uma das partes mais fáceis do projeto.  Apenas cubra o corpo de inox do post-mix com fita crepe e jornal e também cubra o buraco da tampa e os conectores com fitacrepe de modo que tinta não seja aplicada ali.  Por minha experiência eu acho melhor deixar os postes nos conectores de gás e cerveja e colocar fita em volta desses postes.  E nos buracos das tampas, eu simplesmente molho a tampa e coloco ela em cima de um jornal, marcando o seu contorno.  Corto então em volta dessas marcas com uma certa folga pra poder fechar em volta da tampa com fita crepe.

Aplica-se então o spray, sempre tomando-se o cuidado para não chegar muito perto pois a tinta aí irá escorrer.  Duas mãos de tinta é o ideal (deixando-se secar entre elas).  Três mãos podem vir a ser necessárias caso a tinta seja fraca.  

No vídeo abaixo eu mostro um pouco do processo feito para os post-mix.  Vale lembrar que eu recondicionei 2 post-mix, então as filmagens mostram não necessariamente o mesmo post-mix.  Mas a intenção era mostrar o processo da melhor forma possível, e eu acredito que o fiz.  A fase final de polimento, com a roda de algodão, também não está mostrada, porém o processo é o mesmo que com a roda jeans: aplica-se a pedra na roda e então trabalhe em seções do barril.  Tente ser consistente nessas seções, de modo que você saiba onde já poliu.  Também, nessa última fase (roda de algodão) não é necessário grande força para o polimento.  apenas uma leve pressão já é o suficiente para dar o acabamento (com as outras rodas, eu aplico força o suficiente para reduzir a rotação da furadeira até mais ou menos a metade).

Entrevista com o Magno da cervejaria Magnus Prime Beer

on 13 de julho de 2011



Tour da cervejaria e entrevista com o Magno realizada a pouco mais de 8 meses, contando sua história como cervejeiro e um tour pela fábrica, que será bem diferente da visto no vídeo.



Resposta ao artigo: "A estranha obsessão brasileira pelo BJCP"

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Recentemente foi postado no site Brejas, um artigo (LEIA AQUI NA ÍNTEGRA) por 5 grandes nomes das microcervejarias do Brasil.  Esse artigo intitulado "A estranha obsessão brasileira pelo BJCP" minimiza o sério órgão dos EUA em favor dos cursos de sommelier e dos já sommeliers aqui formados no Brasil, que usam o Brewers Association  para julgamentos de cerveja.
Em relação a esse artigo eu fiz um comentário, o qual reproduzo abaixo.  Não tenho nada contra o BA, mas cada órgão tem o sua proposta.  O BJCP visa cervejeiros caseiros, e assim deve ser tratado como.  Diminiuir ou minimizar sua forma de atuação é ruim para todos os cervejeiros caseiros do Brasil.





Lá vem e eu aqui bater de frente com 5 grandes nomes do meio cervejeiro brasileiro.
Eu concordo com alguns poucos pontos do artigo, mas discordo em grande maioria dos argumentos, inclusive o de tentar tirar crédito e minimizar o BJCP frente aos novos programas de sommelier de cerveja aqui criados no Brasil.

Muito das coisas abordadas nesse artigo podem ser explicadas simplesmente com as informações do site. Em relação à prova, a filosofia deste órgão sempre foi o de “fazer uma prova fácil de passar, porém difícil de conseguir aumentar o seu ranking”. Sim, um certo conhecimento é necessário, e esse conhecimento se transmite através de provas escritas e degustativas.

Agora o ponto mais importante para o argumento pró-BJCP: ele é feito basicamente para cervejeiros caseiros. E por isso parte do conhecimento do jurado (e por consequente conteúdo de prova) deve ser o de processos e técnicas de produção, afim de que possa ser passadas sugestões de melhorias ao cervejeiros baseados na análise sensorial. A prova é feita em apenas 3 horas justamente para se testar a capacidade de passar as informações o mais sucintamente. Como todos sabem, em uma competição um jurado pode ter que julgar dezenas de amostras, e se não o fizer de forma ágil e concisa, a competição sofrerá com atrasos e/ou falha de feedback ao cervejeiro.

Esse último ponto merece um parágrafo só seu. Essa não-certificação do BA entre outros acontece justamente porque cervejeiros comerciais do mundo todo não precisam receber informações detalhadas de toda a análise sensorial, sugestões de modificação de receita e/ou método e elogios ao que se tem de bom na cerveja. Muitas vezes já sabem disso. Muitas vezes não mudarão a receita. A grande diferença está no preenchimento da ficha de avaliação. E isso eu posso sentir na pele como cervejeiro caseiro. O BJCP prega muito isso: “jurados devem preencher as fichas de avaliação totalmente. As vezes até mais do que as linhas ali na ficha do BJCP permitem. Linhas vazias ou pior, campos vazios, são inadmissíveis”. E é justamente o que está acontecendo aqui no Brasil. “Jurados” acabam dando nota e preenchendo 2 ou 3 palavras por campo como ridículos “bom aroma” ou “ótima presença de lúpulo” e de nada adianta ao cervejeiro caseiro ouvir isso. Além de não explicar o que tem de bom no aroma, esse tal jurado não falou 10% do que se espera dele, não deu uma única sugestão de melhoria para a cerveja em questão. É incrível a quantidade de fichas de avaliação que não tem sequer uma crítica para a cerveja e tem uma nota de 23 de 50! “Porque eu não tirei um 35 ou um 40 então?” é a pergunta que fica!

O conhecimento da prática é realmente muito importante. E por isso não-jurados certificados do BJCP podem participar de eventos, auxiliando e até julgando algumas amostras, desde que tenham o consentimento do capitão da mesa (head judge). Para se tornar um jurado com ranking maior, pontos de experiência são necessários.

O fato de não ser atualizado desde 2008 é intencional!! Isso é algo que os anti-BJCP não entendem. Como o BA e outros órgãos recebem competições com cada vez mais cervejarias, novos estilos são inseridos justamente para se “quebrar” categorias com muitas inscrições. Se a categoria “maturada em madeira” tiver 180 inscrições, eles simplesmente quebram em “maturada em carvalho” e “maturada em outras madeiras” para poder ter menos inscritos por categoria. O que não indica que estão mais atualizados nos estilos. O BJCP propõe mudanças a partir de tendências. Se notarem que existe uma tendência de estilo nas competições (ie, muitas pessoas estão competindo com esse “novo estilo”), a diretoria do BJCP se reúne e discute se isso é apenas “fogo de palha” ou se é realmente uma tendência que veio para ficar. E aí sim cria-se um novo estilo. Não se pode achar que só porque a Falke Bier fez uma cerveja de jabuticaba temos um novo estilo..

O “belo mercado” citado na verdade é o inverso: Cursos preparatórios para o BJCP são opcionais. Quem quiser e tiver dinheiro, faz. Quem não quiser, terá as mesmas informações que qualquer outro participante justamente porque toda informação É GRÁTIS E ESTÁ ONLINE. Basta acessar o site do BJCP e você poderá estudar por conta. A primeira vez que uma pessoa faz uma prova, ela paga uma taxa de inscrição de $50 dólares. Se quiser fazer uma segunda prova, paga apenas $35 dólares. E provas parciais (degustação ou parte escrita) custam apenas $15 após a primeira vez. Em contrapartida, cursos de sommelier no Brasil custam R$2500,00 ou mais, por apenas 1 semana de conteúdo, onde se eu quiser ficar dormindo na sala de aula, serei aprovado e poderei me dirigir ao público como “sommelier formado por XYZ…”, sem prova, sem avaliação..

Jurados BJCP aqui no Brasil seriam de grande valia sim, pois ao contrário dos sommeliers, que tem suas atividades sociais e de divulgação nos encontros e eventos, os jurados BJCP estariam focados apenas no evento. Para demonstrar isso eu entrei em contato com alguns jurados que julgaram amostras esse ano no concurso das Acervas, que me disseram que gostariam de poder “desfrutar do evento” ou então de que não poderia ser julgada 200 amostras de cervejas em 2 ou 3 dias por um corpo de 20 jurados. Tais jurados estão, a meu ver, estão mais focados no social e no evento do que no julgamento, que na minha opinião não é brincadeira de 2 horas por dia rabiscando algumas folhas e depois se cansando e indo beber cervejas sem defeito.

Em tempo: O BJCP passa por mudanças e para tornar mais ágil a correção de provas, um novo sistema, com uma prova online e subsequente prova degustativa (caso o participante passe nessa prova online) com 6 amostras de cerveja será aplicada, de modo a não ter limite de pessoas por prova. Essa prova degustativa apenas poderá dar o ranking “certified” para o aplicante. Caso ele queira subir de ranking, precisará aí sim da prova escrita.

Bom, tem até mais coisas a se falar, mas eu paro por aqui. Sei que as diferenças entre os pensamentos é fonte de diferentes origens cervejísticas entre os 5 autores e eu. Mas o outro lado da história tem que ser passado, muito mais para os leitores, mesmo que em um humilde comentário, pois represento aqui os cervejeiros caseiros.

Philip Zanello

  • Veja como foi a 1a. prova do BJCP no Brasil
  • O confrade Ricardo Rosa, postou no blog dele um outro relato em discordância ao artigo do Brejas.  (VEJA AQUI)

Brasil Brau registra recorde de público

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90% dos expositores confirmam participação em 2013


A 11ª Feira Internacional de Tecnologia em Cerveja, Brasil Brau 2011, realizada de 5 a 7 de julho no Transamerica Expo Center, em São Paulo, registrou público recorde de 5 mil visitantes. Bienal, o evento fará sua próxima edição de 25 a 27 de junho de 2013 prevendo um crescimento de 30%. Nada menos que 90% dos expositores já confirmaram participação. O público foi conferir as novidades apresentadas numa área de 5 mil metros quadrados pelos 100 expositores de equipamentos, insumos e acessórios para o setor e provar os lançamentos das 30 microcervejarias que participam do espaço Degusta Beer, antes restrito aos profissionais do ramo e pela primeira vez aberto aos amantes de cervejas especiais.

Sabores exóticos como de bacuri, castanha do Pará torrada, doce de leite, jabuticaba, erva doce, rapadura e mel permitiram que os visitantes conhecessem um pouco mais das inúmeras possibilidades sensoriais da bebida. Palestras sobre gastronomia e coquetelaria, como a de Vinícius Cassarotti, sommelier de cerveja e docente do Senac-Taubaté, foram compartilhadas pela plateia, que experimentou propostas ousadas e convencionais de harmonização, como a tradicional combinação de chocolate meio amargo com cerveja Stout, escura e levemente adocicada.

O auditório de 200 lugares reservado ao XII Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia Cervejeira, que aconteceu simultaneamente à Brasil Brau, lotou todas as manhãs. Com o apoio inédito da Danisco, empresa dinamarquesa com grande destaque no mercado de alimentos, o congresso reuniu profissionais de renome, atuantes no mercado nacional e internacional, para a apresentação de palestras e mesas redondas com novas técnicas e soluções para diversas aplicações do processo produtivo da cerveja.

Palestrante da ABRADEG no Brasil Brau
Duas palestras do primeiro dia, voltado para Tecnologia, versaram sobre sustentabilidade: do holandês Jeroen van Roon e do alemão Roland Folz. O primeiro falou sobre as vantagens do suplemento de enzimas, Brewers Compass, da Danisco, que permite o uso de 100% de cevada ao invés de malte, cereal muito mais caro. Ao analisar a economia de água, que representa 90% na produção de cerveja, Folz lembrou que as grandes cervejarias mundiais, como Inbev, SABMiller, Heineken e Carlsberg têm como meta para 2012 economizar 20% do bem natural.

Responsável pela introdução da cultura cervejeira na Itália, mais especificamente no Piemonte, berço do Barolo, mais conceituado vinho italiano, Teo Musso foi um dos cases do congresso, que também reuniu vários microcervejeiros para contarem suas histórias. Mais de dez anos se passaram desde a criação da Baladin e hoje o precursor pode comemorar a adesão de mais de 400 produtores de cerveja especial em toda a Itália. Em sua palestra, Teo Musso falou ainda de seus empreendimentos em Nova York, Roma e no Marrocos.

O setor de equipamentos também oferecia opções para quem quer se iniciar na arte de preparar uma cerveja. Entre eles, o Tri Block 2,5 hl, conjunto de ‘brassagem’, a cozinha da cerveja: três enormes panelas – conjunto que produz 250 litros por processo - onde são cozidos os ingredientes até reduzirem e virarem mosto.  O lançamento é direcionado aos microcervejeiros, “que não param de se multiplicar”, como observa Reynaldo Fogagnolli, diretor da Egisa, empresa de Bento Gonçalves responsável pelo novo produto.

Entre as empresas que oferecem soluções de sustentabilidade se destaca a Radical Waters, da África do Sul. Líder global na tecnologia de Água Ativada Eletro-Quimicamente (ECA), o grupo já instalou seu sistema patenteado em 21 países nas Américas, Europa, África, Ásia e Austrália. A empresa utiliza desinfetantes e detergentes verdes, não tóxicos, que proporcionam economia de água para as indústrias de bebidas e alimentos. 


MICROCERVEJARIAS COMEMORAM SUCESSO DO DESGUSTA BEER


Cervejarias presentes no Degusta Beer
No Degusta Beer, espaço pela primeira vez aberto ao público, os expositores estavam cheios de motivos para comemorar. Para a maioria, a multiplicação de visitantes superou todas as expectativas. Foi uma grande oportunidade de projeção para as marcas e ampliação de contatos. As 30 microcervejarias participantes foram visitadas por gente de todo o país e do exterior, como a pequena Rofer, de Itupeva (SP), de apenas três anos e produção mensal de 4,5 mil litros/mês. “Ganhamos visibilidade”, festeja o proprietário, Ernesto Tonante.


Em sua primeira participação na feira, a novata Dortmund, de Serra Negra (SP), sentiu ter acertado na estratégia de lançar a marca no evento. “Fomos procurados por muita gente de todo o Brasil. Recebemos uma maioria de potenciais clientes de São Paulo, além de visitantes do Rio de Janeiro, Mato Grosso e Distrito Federal. Até então, quase ninguém tinha ouvido falar na Dortmund”, comemorou o proprietário, Marcel Longo. “Recebemos pelo menos 10 interessados em representar a marca”, contabilizou Longo, cujo diferencial é maturar as cervejas por quatro meses.

Outro que ficou satisfeito com a participação na feira foi Alison Scapini, da Cervejaria Basement, que conseguiu dar grande visibilidade à Califórnia Golden Ale, primeira cerveja da marca, de Videira (SC), lançada na feira. “Estamos felizes e otimistas pelos resultados alcançados com a nossa participação na Brasil Brau. A expectativa de novos negócios é bem promissora, sobretudo com nosso lançamento”, avaliou.

“Muito melhor do que eu imaginava”, foi a impressão do príncipe Francisco de Orleans e Bragança, em sua primeira participação na Brasil Brau. “Achei bolachas, copos, filtros, baldes e até estação de tratamento de esgotos”, comemorou. Trineto do imperador Pedro II e neto de Elizabeth Dobrzensky, que fabricava cerveja na antiga Thcecoslováquia, Francisco faz a Cerveja Imperial há 13 anos em sua fábrica no Vale do Cuiabá, em Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro. 


A primeira participação na feira da Dama Bier, de Piracicaba (SP), promete render frutos. Um termômetro foi o lançamento da Stout pela marca de apenas um ano e meio de existência, com produção mensal de 80 mil litros. “Preferimos lançar aqui na feira para aferir a opinião de blogueiros e formadores de opinião. Pelo que vi, as ideias iniciais poderão ser mantidas”, constatou o gerente de marketing, Renato Bazzo, que fez mais de 500 contatos nos dois primeiros dias de evento. O consumo médio diário no estande foi de 200 litros/dia.

A Falke Bier, de Belo Horizonte, pioneira no evento e uma das estrelas da Brasil Brau com o lançamento da Vivre por Vivre, cerveja de jabuticaba envasada como espumante, tinha um dos estandes mais movimentados da feira. Segundo o proprietário, Marco Falcone, os bons resultados do evento são “líquidos e certos”. Em sua quarta participação na Brasil Brau, Falcone observou não apenas um extraordinário crescimento do público, “muito maior que o esperado”, como a presença maciça de especialistas e formadores de opinião que reforçam o institucional da marca.

Na Colorado, de Ribeirão Preto, em sua terceira edição na Brasil Brau, o movimento também era incessante. “No começo achei que estávamos isolados, localizados no fundo da feira. Depois constatei que foi aqui que a feira acabou bombando”, comentou a gerente de marketing, Bia Amorim. A possibilidade de relacionamento direto com os clientes permitiu aferir a opinião do público sobre a Grão Pará – lançamento da cervejaria feito com castanha do Pará tostada. “A reação do público e dos especialistas foi muito boa”, disse. 


De Belém para o Brasil. Esse foi o significado da primeira participação da Amazon Bier na Brasil Brau. “Me sinto muito feliz, a feira está superando nossas expectativas”, vibrou o proprietário, Arlindo Guimarães. Até então, a cervejaria, com 11 anos de existência, limitava-se a comercializar chope no bar homônimo em Belém do Pará. A partir de agosto, cervejas engarrafadas passarão a ser vendidas em São Paulo e, possivelmente, em estados conquistados na feira, como Rio de Janeiro, Bahia, Espírito Santo e Distrito Federal.

A gaúcha Abadessa, em sua segunda edição na Brasil Brau, festejou a visibilidade proporcionada pela abertura do Degusta Beer ao público em geral. Pequena empresa familiar que produz 12 mil litros/mês, a marca lançou na feira a Emigrator Doppelbock, uma Bock mais encorpada, com 7,2% de teor alcoólico. “Recebemos muitas prospecções do Brasil inteiro, sobretudo da capital de São Paulo, do Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Rio Grande do Sul, Bahia, Brasília e Fortaleza”, disse o distribuidor Fábio Tozzi. “Se as propostas feitas no primeiro e segundo dia se concretizarem, vamos aumentar em 50% nossa carteira de clientes”, avaliou.

A Bamberg, de Votorantim (SP), com cinco anos de existência e produção de 40 mil litros mensais, também sentiu o crescimento da feira, em sua terceira participação. “Recebi gente do Brasil inteiro, europeus, americanos e sul-americanos. Como já ganhamos prêmios no exterior é uma tendência que também passemos a exportar nosso produto”, pondera o proprietário, Alexandre Bazzo. A microcervejaria lançou a Weissenbockhalles, cerveja clara, de trigo, com 8 % de teor alcoólico. “A aceitação tem sido excelente. Todo mundo está comentando”, comemorou.

Sobre Fagga | GL events:

O Grupo GL events Brasil é a operação brasileira da segunda maior empresa do mundo no setor de eventos, a francesa GL events. O grupo administra três subsidiárias – Fagga Eventos, Top Gourmet e Aedita Latina Editora – e realiza a gestão de três espaços para eventos – Riocentro e HSBC Arena, no Rio de Janeiro; e o Estação Convention Center, em Curitiba. A GL events Brasil segue o modelo de negócios da multinacional da qual faz parte e amplia a sua participação no mercado por meio da oferta de serviços completos na organização de eventos, consolidando posições de destaque em muitos destinos do Brasil.


A Fagga Eventos se tornou subsidiária do Grupo GL events Brasil em 2006, mas sua experiência no mercado nacional soma mais de quatro décadas, ultrapassando a marca de 2,5 mil eventos realizados no Brasil e 250 no exterior, o que faz dela uma das maiores empresas do setor. Atualmente realiza cerca de 20 feiras anuais e eventos corporativos. Entre os segmentos e produtos de maior destaque estão as feiras dos setores de moda e beleza, construção, saneamento e infraestrutura, cultura, esporte, entre outros. No portfólio corporativo somam clientes como Petrobrás, Tim, Ampla, Rede Globo, Souza Cruz, Editora Moderna, Ale, Michelin, Loreal, Esso e Cosan. 

fonte:  segs

Microcervejarias artesanais brigam por 1% do mercado

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Principal gargalo do segmento é a carga tributária

RAQUEL GONDIM. 
DIVULGAÇÃO
Paula Lebbos, da Backer: concorrência desleal
Paula Lebbos, da Backer: concorrência desleal
Embora as microcervejarias artesanais estejam caindo no gosto do consumidor brasileiro, o desafio para o setor ganhar, de vez, o mercado nacional ainda é grande. Essas empresas precisam conquistar espaço dentro da ínfima parcela de 1% que resta ao segmento considerando a indústria como um todo, além de ter que driblar o peso da carga tributária, salgados 18%.

Segundo dados da Nielsen, 99% do mercado brasileiro é dominado pelas gigantes do setor, sendo que a Ambev detém 70% de market share. Em seguida aparecem Schincariol, com 11,6%; Petrópolis, com 9,6%; e Femsa, com 7,2%.

Para as cervejarias artesanais, fazer parte de um setor dominado por grandes corporações é, sim, um entrave. Entretanto, de acordo com as empresas consultadas pela reportagem do DIÁRIO DO COMÉRCIO, o maior gargalo está na legislação, que não difere os pequenos dos grandes negócios.

Segundo Paula Lebbos, diretora de Marketing da Backer, com unidade fabril no bairro Olhos D’água, existe uma demanda do segmento que a produção artesanal seja diferenciada daquela em escala industrial. Isso porque estão em jogo processos e volumes diferenciados, o que torna a concorrência nas condições atuais desleal.

Marco Antônio Falcone, sócio-proprietario da Falke Bier, sediada em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), tem a mesma opinião. Ele disse que, considerando o cenário atual, mesmo com uma maior adesão do consumidor, fica difícil fazer a empresa crescer.

Além da tributação, ele falou sobre a dificuldade de acesso aos pontos de venda, onde as grandes marcas impõem presença. Falcone disse que a Falke Bier já foi excluída de estabelecimentos depois de contestações de companhias como a Ambev. "Eles monopolizam o mercado e, quando começamos a ganhar mercado, tiram os nossos produtos", denunciou.

Apesar disso, Falcone acredita ser inviável lutar na Justiça contra as gigantes. Para ele, a solução para as pequenas cervejarias é apostar na criação de uma cultura em prol das bebidas artesanais. "Somente assim os consumidores passarão a exigir nossos produtos."

ÉLCIO PARAISO
Atenta à expansão do mercado, a Backer vai lançar, neste mês, quatro rótulos
Atenta à expansão do mercado, a Backer vai lançar, neste mês, quatro rótulos
Futuro - E, pelo que comprovam os números, o ramo de cervejas artesanais está no caminho certo. De acordo com os dados do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv), as pequenas produtoras já movimentam cerca de R$ 2 bilhões, frente aos R$ 30 bilhões do total do mercado.

O faturamento já é o dobro registrado há quatro anos e o Sindicato atribui o fortalecimento do setor ao aumento do poder aquisitivo da população e à maior compreensão sobre as artesanais e gourmets.

Falcone disse que, apesar dos entraves, os impactos positivos já foram sentidos na Falke Bier. Prova disso é que a empresa prevê investir R$ 1 milhão na abertura de uma nova planta para, pelo menos, dobrar a produção. No momento, a cervejaria fabrica 12 mil litros/mês.

A previsão é de que a nova unidade fabril seja inaugurada no segundo semestre do ano. Por enquanto, segundo Falcone, o local não está definido. O interesse de construir a nova unidade no bairro Jardim Canadá foi descartado devido à supervalorização dos terrenos.

A Backer também se planejou para ganhar fôlego nesse momento de expansão do setor. Ainda este mês, a marca vai lançar quatro rótulos, todos utilizando ingredientes regionais em suas receitas, como açúcar mascavo, capim-limão e laranja da terra.

Inicialmente, a fabricação dos novos produtos será tímida - cerca de dois mil litros de cada uma das cervejas. Paula Lebbos explicou que a ideia é criar no Brasil, assim como ocorre em outros países, um estilo próprio de cerveja. No total, a Backer tem capacidade instalada para produzir 240 mil litros de bebida/mês. Hoje, nove receitas são processadas na planta.

A Trovense, cervejaria artesanal sediada em Contagem (RMBH), também investiu recentemente em novos rótulos. No mercado desde 2006 com dois tipos de chope, a empresa lançou, no ano passado, dois tipos da cerveja Reines Bier. Hoje, a Trovense tem capacidade para produzir 20 mil litros/mês.

Diferentemente do que ocorre nas outras duas companhias consultadas pela reportagem, as comercializações da Trovense são feitas diretamente para o consumidor final. O gerente-geral, Helim Sá, falou que essa foi a única opção encontrada para obter uma margem de lucro maior.

Assim como na Falke Bier e na Backer, os negócios da Trovense são afetados pela alta carga tributária. Conforme Sá, o excesso de tributos inviabiliza a atuação no setor e a geração de empregos.
reportagem original: Diário do Comércio

Melhores cervejas dos EUA em 2011

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Os leitores da Zymurgy, revista de cervejeiros caseiros, foram convidados a fazer uma lista com suas 20 cervejas favoritas.  Com um número recorde de votos no 3º ano da pesquisa, 1306 cervejas de 433 cervejarias receberam votos.  Os resultados são bons indicativos do que as pessoas apaixonadas por cerveja estão bebendo quando não fazem a sua própria cerveja.  Os resultados estão na última edição.  Eu particularmente acho incrível como os americanos ainda não enjoaram de IPA´s e IIPA´s.  Eu sou um hophead fanático, mas acredito que seja justamente porque não temos nem 1% disso aqui no Brasil.  A pergunta que fica é: Será que lúpulo vicia? Destaque vai para Pliny the Elder, vencedor pelo 3º ano seguido.


Melhores Cervejas
(E indica empate)
Six of the top ten are California beers, with sixteen making the list.
1. Russian River Pliny the Elder
2. Bell’s Two Hearted Ale
E3. Dogfish Head 90 Minute IPA
E3. Founders Kentucky Breakfast Stout
5. Bell’s Hopslam
6. Stone Arrogant Bastard
7. Sierra Nevada Celebration
E8. Sierra Nevada Torpedo
E8. Stone Ruination
10. Sierra Nevada Pale Ale
11. Stone Sublimely Self Righteous
12. Sierra Nevada Bigfoot Barleywine
13. Goose Island Bourbon County Stout
E14. Great Lakes Edmund Fitzgerald Porter
E14. Oskar Blues Dale’s Pale Ale
E16. Dogfish Head 60 Minute IPA
E16. New Glarus Belgian Red
18. North Coast Old Rasputin
19. Bell’s Expedition Stout
E20. Deschutes The Abyss
E20. Left Hand Milk Stout
E20. Odell IPA
E20. Samuel Adams Noble Pils
E20. Surly Furious
E20. Troegs Nugget Nectar
E26. Rogue Dead Guy Ale
E26. Samuel Adams Boston Lager
28. Anchor Steam
E29. Bear Republic Racer 5
E29. Ommegang Three Philosophers
E29. Oskar Blues Ten Fidy
E29. Three Floyds Alpha King
E29. Three Floyds Dark Lord
E34. Avery Maharaja
E34. Dogfish Head Indian Brown
E34. Dogfish Head Palo Santo Marron
E34. Three Floyds Gumballhead
E38. Dogfish Head 120 Minute IPA
E38. Lost Abbey Angel’s Share
E38. New Belgium La Folie
E38. New Belgium Ranger
E38. Oskar Blues Old Chub
E43. Ballast Point Sculpin IPA
E43. Great Divide Yeti
E43. New Belgium 1554
E43. Russian River Blind Pig
E43. Ska Modus Hoperandi
E48. Alesmith Speedway Stout
E48. Dark Horse Crooked Tree
E48. Green Flash West Coast IPA
E48. Summit EPA
E48. Victory Prima Pils



Ranking das Cervejarias
Baseado no número total de votos que uma cerveja representa sua cervejaria, a lista a seguir é das 50 cervejarias mais votadas.  Sete cervejarias californianas aparecem, junto com seis de Colorado e dois para Michigan e também dois para Oregon
1. Dogfish Head Craft Brewery, Milton, Del.
2. Bell’s Brewery, Kalamazoo, Mich.
3. Sierra Nevada Brewing Co., Chico, Calif.
4. Stone Brewing Co., Escondido, Calif.
5. Russian River Brewing Co., Santa Rosa, Calif.
6. Founders Brewing Co., Grand Rapids, Mich.
7. New Belgium Brewing Co., Fort Collins, Colo.
8. Boston Beer Co. (Samuel Adams), Boston, Mass.
9. Three Floyds Brewing Co., Munster, Ind.
10. Oskar Blues Brewing Co., Longmont, Colo.
11. Goose Island Beer Co., Chicago, Ill.
E12. Lagunitas Brewing Co., Petaluma, Calif.
E12. New Glarus Brewing Co., New Glarus, Wis.
14. Deschutes Brewery, Bend, Ore.
15. Great Lakes Brewing Co., Cleveland, Ohio
16. Odell Brewing Co., Fort Collins, Colo.
17. Avery Brewing Co., Boulder, Colo.
18. Great Divide Brewing Co., Denver, Colo.
19. Victory Brewing Co., Downington, Pa.
20. Surly Brewing Co., Minneapolis, Minn.
21. Rogue Ales, Newport, Ore.
22. Firestone Walker Brewing Co., Paso Robles, Calif.
E23. Brooklyn Brewery, Brooklyn, N.Y.
E23. North Coast Brewing Co., Fort Bragg, Calif.
E24. Bear Republic Brewing Co., Healdsburg, Calif.
E24. Left Hand Brewing Co., Longmont, Colo.


Melhor Portfólio
Determinado pelas cervejarias que conseguiram mais votos para diferentes cervejas que produziram, chamando a lista de "melhor portfólio". O número após o nome indica quantas de suas cervejas conseguiram pelo menos um voto.
1. Dogfish Head Craft Brewery, 28 cervejas
2. Sierra Nevada Brewing Co., 23 cervejas
E3. Avery Brewing Co., 18 cervejas
E3. Goose Island Beer Co., 18 cervejas
E3. Lagunitas Brewing Co., 18 cervejas
E3. Boston Beer Co./Samuel Adams, 18 cervejas
7. Bell’s Brewery, 17 cervejas
E8. Founders Brewing Co., 15 cervejas
E8. Great Divide Brewing Co., 15 cervejas
E8. Southern Tier Brewing Co., 15 cervejas
E11. Brooklyn Brewery, 14 cervejas
E11. Odell Brewing Co., 14 cervejas
E11. Rogue Ales, 14 cervejas
E14. New Belgium Brewing Co., 13 cervejas
E14. Russian River Brewing Co., 13 cervejas
E14. Stone Brewing Co., 13 cervejas
E17. Deschutes Brewery, 12 cervejas
E17. Three Floyds Brewing Co., 12 cervejas
E19. Boulevard Brewing Co., 11 cervejas
E19. Dark Horse Brewing Co., 11 cervejas
E19. New Glarus Brewing Co., 11 cervejas
E22. Alpine Beer Co., 10 cervejas
E22. AleSmith Brewing Co., 10 cervejas
E22. Great Lakes Brewing Co., 10 cervejas
E25. Cigar City Brewing Co., 9 cervejas
E25. Firestone Walker Brewing Co., 9 cervejas
E25. Flying Dog Brewing Co., 9 cervejas
E25. Harpoon Brewery, 9 cervejas
E25. The Lost Abbey, 9 cervejas
E25. Shorts Brewing Co., 9 cervejas
E25. Ska Brewing Co., 9 cervejas
E25. Sprecher Brewing Co., 9 cervejas
E25. Summit Brewing Co., 9 cervejas
E25. The Bruery, 9 cervejas


Importadas
Com muitos empates, algumas importadas também receberam votos como cervejas favoritas dos leitores
1. Rodenbach Grand Cru, Belgium
E2. Fullers ESB, England
E2. Guinness, Ireland
E2. Rochefort 10, Belgium
E5. Duvel, Belgium
E5. Saison Dupont, Belgium
E5. St. Bernardus Abt 12, Belgium
E8. Ayinger Celebrator Doppelbock, Germany
E8. Cantillon Gueuze, Belgium
E8. Chimay Grande Reserve, Belgium
E8. Orval, Belgium
E8. Samuel Smith’s Nut Brown, England
E8. Unibroue La Fin du Monde, Canada

Espírito Homebrew
E finalmente essa lista foi compilada pegando o número de votos que uma cervejaria recebeu e dividindo-se por sua produção anual.  A idéia é recompensar cervejarias pequenas por ter "alcance".  Quatro das cinco são da Califórnia.  Parabéns ao Pat, da Alpine Beer Co., por ser o "maior anão".
1. Alpine Beer Co., Alpine, Calif
2. Russian River Brewing Co., Santa Rosa, Calif.
3. AleSmith Brewing Co., San Diego, Calif.
4. The Bruery, Placentia, Calif.
5. Jolly Pumpkin Artisan Ales, Dexter, Mich.



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